[...] e junto com ele todas as outras coisas e pessoas e situações e mais pessoas, coisas e situações e tudo isso novamente, num ciclo infindável onde sempre vamos nos deparar com novos interesses, novas pessoas, novas situações, coisas diferentes e enfrentamentos mais difíceis, com escolhas mais importantes e decisões mais impactantes e com muita expectativa, mas às vezes sem perspectiva e a gente chega a perder o ar de pensar que isso não vai acabar.
Pois é. Cá estou depois de uns 4 anos e lá vai pedrada escrevendo outra vez.
Por quê? Na verdade porque eu nunca deveria ter parado.
É... Se eu fosse tentar contar todos (ou quase todos) os acontecimentos desses últimos (mais de) 1500 dias eu definiria como um período bastante intenso de aprendizado. Não foi o aprendizado mais doloroso. Sim, aprendizado, pois algumas consequências estou pagando até hoje (e devo pagar por mais alguns dias).
Mas ainda bem que o tempo passa, e da mesma forma que o tempo se vai, ele leva várias coisas embora consigo. É ter calma pra não sair dando voadora por aí e aguardar o agir Supremo para então respirar a paz de uma situação diferente e despoluída.
Mas o tempo passando também leva nossa juventude embora... Vêm os 26 de idade e a responsabilidade parece aumentar em 100%. Os planos mudaram, as atitudes mudaram. Até o jeito de falar mudou.
Estou vivendo uma fase singular, ainda não experimentada. São dias fantásticos e parecem ser apenas o começo de uma nova fase, um novo tempo, prestes a passar. A diferença é que hoje eu sei que o tempo vai passar, vai levar (de novo) tudo ou quase tudo embora, porém, acredito que dessa vez terei aproveitado e provocado consequências boas para daqui alguns dias.
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